QUEM SOMOS?

QUEM SOMOS?

Ano letivo 2009-2010: Carla Dias, Inês Madaleno, Paula Castelhano (coord.) e Rosa Tavares.

Ano letivo 2010-2011: Carla Dias, Inês Madaleno, Isabel Paixão, Margarida Alves e Paula Castelhano (coord.).

Ano letivo 2011-2012: Carla Dias, Inês Madaleno, Isabel Paixão, Margarida Alves, Paula Castelhano (coord.) e Rosa Tavares.

Ano letivo 2012-2013: Carla Dias, Inês Madaleno, Isabel Paixão, Paula Castelhano e Rosa Tavares (coord) e Sérgio Teixeira.

Professores do Externato Cooperativo da Benedita
Biologia e Geologia, Física e Química

O QUE SE PRETENDE?

O QUE SE PRETENDE?

Promover o ensino da ciência, de modo a fascinar e informar as pessoas com Necessidades Educativas Especiais e pessoas idosas residentes em Instituições (Lares), com relevo a um melhor ensino experimental.

Fomentar o gosto pela ciência fornecendo a possibilidade, material e intelectual, de desenvolver orientando para a descoberta, para a aprendizagem e partilha.

Promover novos processos pedagógicos com vista à aquisição de competências para operacionalizar práticas educativas junto de pessoas com Necessidades Educativas Especiais.

Promover o intercâmbio de conhecimentos e experiências educativas com a comunidade educativa recetora.

Estabelecer parcerias entre o Instituto Nossa Senhora da Encarnação/ Externato Cooperativo da Benedita e outras instituições.

quarta-feira, 21 de março de 2012

10 dicas do que NÃO fazer aos idosos



Não é por maldade, mas as vezes, por distração ou falta de atenção para com as questões presentes no dia-dia dos mais velhos, deixamos de evitar situações que podem dificultar e comprometer a saúde, a segurança e o bem-estar da terceira idade.

• Comunicação

Não deixe o idoso sem comunicação. A presença de um telefone na casa e próximo aos cômodos que o idoso mais frequenta, como quarto, cozinha e sala é essencial. O telefone, além de possuir uma localização de fácil acesso, deve ter preferencialmente teclas grandes e legíveis. Uma lista de telefones atualizada também é fundamental e pode ser gravada em alguns aparelhos de telefone. Oidoso também pode ter acesso a outros meios comunicação, como celular, ideal para quando o idoso se ausenta de casa ou para uma comunicação mais direta, em qualquer lugar onde esteja. O e-mail também pode ter seu uso incentivado, pois além de ser ótimo para idosos que tem filhos que moram mais longe, é um meio dos mais velhos exercitarem suas capacidades cognitivas através da escrita, da leitura e da tecnologia.

• Remédios
Cuidado com a automedicação! Se o idoso tiver acesso a muitos remédios, deve-se prestar atenção se ele os utiliza de forma criteriosa e consciente. O excesso de medicação também é um problema frequente na terceira idade, levando à intoxicação e a efeitos colaterais indesejáveis. Por isso, informe sempre ao médico a respeito de toda a medicação que o idoso toma ou tem tomado ao longo de sua vida, de forma a evitar efeitos cruzados e nocivos entre medicamentos de naturezas diferentes ou problemas decorrentes do uso de diversos remédios simultaneamente.

• Mobilidade
Ficar parado é quase tão prejudicial quanto exercício feitos de forma errada. A imobilidade do idoso pode levar à atrofia do sistema muscular, à complicações digestivas e à perda de vitalidade, além de ter contribuir para com a obesidade, o envelhecimento do corpo e o agravamento de doenças. A imobilidade pode ser evitada através de exercícios e terapias que trabalham o físico dos mais velhos, mesmo nos casos de idosos que estejam acamados ou com mobilidade reduzida.

• Pele
A terceira idade é o grupo que mais sofre com o câncer de pele. Como a radiação solar tem um efeito cumulativo ao longo dos anos, é nos mais velhos que p câncer de pele aparece com mais frequência. Impressiona o fato de que alguns estudos recentes no Brasil apontaram o câncer de pele como a “porta de entrada” para o desenvolvimento de câncer em diversos órgão e regiões do corpo que não somente a pele. Para retardar os efeitos nocivos do sol, incentive os mais velhos ao uso de protetor solar em todas as partes expostas do corpo, mesmo que o idoso não tenha o hábito de ficar ao sol, já que a radiação solar pode ser absorvida por reflexão. A pele dos mais velhos também é mais sensível à queimaduras solares e pede um fator de proteção um pouco mais alto. Apesar de todos estes cuidados, não se esqueça que o contato moderado com o sol é importante e contribui para uma vida saudável, atuando nos processos de absorção de algumas substâncias no corpo, como a de cálcio pelos ossos.

• Evacuação
Idosos podem ter mais vontade de ir ao banheiro e maior propensão à desarranjos intestinais, por isso é importante ter sempre por perto um banheiro de fácil acesso e seguro. Quando levar os idosos para um passeio, certifique-se de que há banheiros por perto e ao longo de trajetos de carro mais longos. É muito importante procurar não levá-los a lugares onde estejam impossibilitados de usar o banheiro. Muitas vezes, a insegurança em relação à evacuação ou ainda processos de incontinência urinária podem limitar a vida do idoso em sociedade, por isso, converse com os mais velhos para que eles não se sintam constrangidos a, caso necessário, usar fraldas para facilitar sua higiene e sua mobilidade, dentro ou fora de casa.

• Sensação térmica
Idosos sentem mais frio, por diversos motivos, como ter a pele mais fina, possuir eventuais problemas na circulação sangüínea e menos gordura no corpo. Por isso, não deixe os mais velhos desprovidos de agasalhos e cobertores de qualidade. Também atente para o fato de que, nos lugares onde habitam ou transitam, eles não deve estar expostos à ambientes frios ou com correntes de ar gelado. Além de serem muito mais sensíveis à quedas de temperatura, os idosos podem ter dores eventuais ou crônicas agravadas pelo frio. Deve-se sempre proteger o pescoço, a lombar e os pés, que são as áreas do corpo mais receptivas ao frio. Agindo assim você também ajudará a evitar que o idoso contraia friagens, gripes e resfriados com facilidade. Idosos expostos ao calor extremo, por sua vez, podem apresentar desidratação e até vir ao óbito devido à alta temperatura.

• Rótulos de alimentos
Se o idoso tiver problemas de visão, não deixe ele sozinho ao fazer compras. A dificuldade em certificar a data de validade e a composição nos rótulos dos alimentos pode levar à compra de produtos vencidos ou que contenham substâncias não recomendadas para quem possui algumas doenças específicas, como diabetes, hipertensão e alergias. O ideal é que o idoso possa ser acompanhado por alguém de confiança, que além de verificar os rótulos dos alimentos durante as compras, possa ajudar a contar e conferir o dinheiro, auxiliando o idoso no planejamento das compras e na hora do pagamento e do recebimento do troco.

• Empregados e cuidadores
Não deixe de acompanhar a atuação de empregados ou cuidadores junto ao idoso. Por mais que estes apresentem currículos ou sejam contatados por empresas especializadas, é muito importante que se observe a personalidade e a relação dos empregados e cuidadores para com o idoso. Se o próprio idoso não for capaz de relatar ou avaliar o desempenho de seus auxiliares é importante que se mantenha uma relação de proximidade para com os cuidadores e empregados, verificando sempre o estado da pessoa idosa e da casa onde atuam os cuidadores ou empregados.

• Segurança
Não deixe os mais velhos alheios aos perigos aos quais podem estar expostos, seja dentro ou fora de casa. Deve-se fazer isso, no entanto, de forma que o idoso não se sinta inseguro ou amedrontado, mas de forma que ele possa estar alerta e ajude a zelar pela própria segurança. Cuidado ao atender a porta e andar pela rua, vigilância ao cozinhar, utilizando instrumentos cortantes ou o fogão, podem ser questões que estão sendo negligenciadas ou descuidadas pelos mais velhos. Converse com o idoso esclarecendo de que forma ele pode se prevenir de pequenos acidentes ou de grandes incidentes.

• Abandono
Não contribua para o isolamento dos mais velhos. Por mais os idosos gostem de permanecer na tranquilidade de suas casas e “no seu cantinho”, isso não pode motivar seu abandono por parte da família. O excesso de isolamento pode ser tanto motivo, como causa para estados depressivos, degeneração física e mental e distúrbios psicológicos. Evitar o isolamento e o abandono fica em último lugar em nossa lista, talvez porque seja evidente que não devemos abandonar a terceira idade à própria sorte. Mas é um tópico que merece muita atenção, porque todos as dicas anteriores dependem dele e da observância desta única condição: que em nenhuma hipótese haja o desleixo e o abandono para as pessoas de mais idade.

http://www.planosdesaudesenior.com.br/blog/10-coisas-para-nao-se-fazer-com-idosos/

Carolina Guerra, Inês Fernandes, Jéssica Martins & Oriana Lopes ;)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Exercício físico para idosos


Este livro é para mulheres e homens que julgam já não possuírem o vigor, a energia ou a aparência física que tinham em novos e que querem alterar tal situação.

Embora não volte a ter outra vez 25 anos, pode melhorar o seu aspecto físico, a sua saúde e a sua energia.

A fórmula é simples.

Mude o seu estilo de vida de quatro maneiras, procurando:

1. Ser mais saudável e magro;
2. Ser fisicamente mais activo;
3. Mudar o tipo de alimentação e...
4. Aprender a relaxar.

Mais em: http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/idosos/default.htm

Carolina Guerra, Jéssica Martins, Inês Fernandes e Oriana Lopes-10ºA

Promover e manter a saúde


Prepare-se para envelhecer com qualidade. Proteja a sua saúde, seguindo algumas recomendações simples, mas eficazes.
1) Faça exercício diariamente
• Andar todos os dias é uma das melhores formas de praticar exercício. Ande ao seu ritmo e mantenha o corpo e a cabeça direitos. Ande entre 30 a 45 minutos por dia, se for possível, e use calçado adequado.
• Fazer exercícios diários de pé ou deitado também é útil e, se orientados por um especialista, tornam-se até mais eficazes.
• Nadar também é recomendado, assim como andar de bicicleta e até mesmo dançar.
• Escolha a actividade da sua preferência e, se possível, pratique-a todos os dias.
2) Adopte uma alimentação saudável
A alimentação correcta é um dos factores que maior influência tem na sua saúde e no seu bem-estar. Deve ingerir por dia, no mínimo, um alimento de cada um dos seguintes grupos:
• Pão, batatas, arroz, massas, farinha, cereais;
• Carne, peixe, ovos, leite e produtos lácteos, feijão, lentilhas, ervilhas;
• Margarina, óleo, gorduras;
• Vegetais (cenouras, couves, tomates, pepinos, alface);
• Frutos (maçãs, peras, melão, laranjas, pêssegos).
Não se preocupe se os alimentos são frescos, congelados, pré-cozinhados ou de conserva. O importante é que coma todos os dias fruta e vegetais frescos.
Deve comer, pelo menos, uma refeição quente por dia. Pode cozinhar uma quantidade maior e depois dividi-la em doses diárias e guardá-las no frigorifico ou no congelador.
Coma entre três a cinco refeições por dia a horas certas. Não coma demasiado.
Se tiver dificuldade em mastigar, coma produtos mais macios, como ovos, lacticínios ou papas, ou coza o peixe, os vegetais e a carne até ficarem bem tenros. Se achar necessário, esmague ou pique os alimentos. Beba sumos de fruta e de vegetais.
Beba muitos líquidos (dois litros por dia), em especial quando o tempo está quente. Beba, sobretudo, água e bebidas não açucaradas. Se tiver que usar açúcar, ponha pouca quantidade.
Se sofrer de obstipação (prisão de ventre), beba mais líquidos.
Não utilize muito sal. Para melhorar o sabor dos alimentos nos cozinhados use cebola, alho, funcho, pimenta e outras especiarias.
3) Má nutrição
A má nutrição pode resultar da deficiente absorção dos alimentos, de uma alimentação carenciada ou do excesso alimentar. A obesidade, por exemplo, resulta da ingestão excessiva de calorias e de se comer mais do que o necessário.
• Evite as gorduras em excesso.
• Evite, em especial, carne gorda, salsichas, queijo gordo e leite gordo.
• Utilize margarina ou óleos vegetais, em vez de manteiga e banha.
• Inclua na sua dieta leite magro, queijo magro e iogurte. Estes alimentos fornecem cálcio, muito necessário ao fortalecimento de ossos e dentes.
Mais em:http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/idosos/default.htm

Carolina Guerra, Inês Fernandes, Jéssica Martins e Oriana Lopes- 10ºA

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Super Avós


Psicólogas explicam o lugar que ocupam nas famílias modernas e dão conselhos sobre a melhor forma de exercer este papel

«O avô é simpático, bonito e amigo! A avó é muito linda e divertida. Gosto muito da avó!» É assim que João (5 anos) define os avós, com quem gosta de brincar especialmente aos fins-de-semana. «Gosto de subir às árvores, de andar de mota com o avô e de ouvir histórias».

Numa altura em que o conceito de família tem sofrido várias evoluções, será que o papel dos avós continua intacto?

«Desde que presentes na vida das crianças, o papel dos avós nas famílias não tem sofrido grandes modificações», refere a psicóloga Teresa Lobato de Faria. «O mesmo não se pode dizer em relação à relevância atribuída a alguns destes papéis que se tem modificado em função da evolução da sociedade».

Para a psicóloga, o papel mais relevante e nobre será sempre o de cuidar ou de substituir os pais quando estes não podem estar presentes, transmitindo segurança, valores, crenças, conhecimento e tradições. «Em todos os tempos sabemos da importância dos avós no encantar e ensinar através de histórias».

Tempo de ouro

Hoje valorizam-se papéis que antes ficavam para segundo plano, sobretudo relacionados com a capacidade de saber ter tempo: «Tempo para ouvir, para conversar, para observar, para brincar, para cozinhar, para pescar, para representar, para passear. Tempo para tudo e até para não fazer nada. Esta disponibilidade que, muitas vezes, só os avós possuem, transmite uma tranquilidade e segurança que será de extrema importância na formação das crianças e na sua capacidade de enfrentar esta sociedade dita “sem tempo”», frisa Teresa Lobato de Faria.

Novos desafios

Se antigamente era comum as famílias serem numerosas, os avós terem um lugar cativo no seio familiar e, logo, mais tempo para cuidar dos netos, hoje em dia as famílias são mais pequenas – muitas até monoparentais – e muitos avós mantêm até mais tarde uma vida activa. Será que ainda sobra tempo para cuidar dos netos?

Para a psicóloga Alcina Rosa, «cuidar de uma criança é uma tarefa complexa e desafiadora, que pode influenciar as relações entre as pessoas». Apesar do contacto com os avós ser bastante benéfico, esta é uma decisão que deverá ser bem ponderada.

Mais em: http://saude.sapo.pt/saude-em-familia/senior/artigos-gerais/super-avos.html

Carolina Guerra e Jéssica Martins 10ºA

Uma relação sem limites!


O papel dos avós na relação familiar é, muitas vezes, o de cúmplice e amigo dos netos – o que é muito saudável e benéfico para o desenvolvimento da criança. O problema é quando as opiniões e regras impostas pelos pais divergem completamente do que é falado pelos avós

“Avós só estragam a criança”!! Esse pensamento permeia a mente de muitos pais cujos filhos convivem com os avós. Mas, apesar das aparências, a relação permissiva entre avós e netos não tem nada de prejudicial, pelo contrário, pode e deve ser aproveitada pelas crianças. De acordo com a psicóloga do hospital Beneficência Portuguesa, Silvana Martani, os papéis de pais e avós são muito distintos e se isso ficar muito claro na família, a criança saberá discernir o que pode e o que não pode. “O papel dos avós é o de curtir a criança, de permitir que se coma aquele pedaço de bolo na hora do almoço. O passeio à casa da avó deve ser uma festa para o neto”. O que tem acontecido é que cada vez mais, as avós têm feito o papel de mãe. “Por conta da necessidade de trabalho das mulheres, muitas avós tornaram-se a ‘segunda mãe’ das crianças e aí a relação fica confusa. A avó fica responsável pela a educação, pelos limites e regras, o que gera uma confusão na cabecinha do pequeno”, explica Silvana.

A relação de afeto, cumplicidade e carinho entre avós e netos marca a vida da criança, com lembranças positivas da infância. “A avó é aquela que conta histórias da família, de quando a mãe era criança, de como era a vida em outros tempos. É uma referência importante para o pequeno, que se não for exercida pelos avós, provavelmente será por uma outra pessoa da família ou um amigo muito próximo”, diz a psicóloga. Uma outra função da liberdade permitida pelos avós é aliviar a carga de tensão que existe no processo educacional. “Educar não é uma tarefa fácil, nem para os pais, nem para as crianças.

O pequeno não pode conviver exclusivamente com pai e mãe, onde tudo é proibido e as regras são, na maioria dos casos, as mais rígidas. A presença da avó serve para relaxar pais e filhos”. Quando a relação de vós e netos é regida por essa amizade incondicional, a criança verá essa pessoa como um porto-seguro, uma referência de serenidade, experiência. “A avó amiga não julga as atitudes da criança, e sim dá colo, dá conselho. Já na adolescência, os jovens, muitas vezes, buscam o apoio dos avós em questões delicadas desse período da vida e contam segredos que nem sempre contam para os pais”, lembra Silvana.

Para o psiquiatra infantil, Flavio Gosling, a única ressalva nessa relação é quando as opiniões de pais e avós são muito divergentes, o que pode confundir a criança. “Os pais e avós têm que manter uma comunicação linear com o pequeno. Embora os limites sejam mais elásticos em um caso do que no outro, o que não pode acontecer é a situação de total contradição.
Muitas crianças com dificuldades emocionais, escolares e de aceitação de limites são fruto dessa confusão no ambiente doméstico”, alerta Gosling. Em uma coisa os profissionais concordam. As crianças que têm avós do tipo “Dona Benta” podem e devem aproveitar dessa companhia agradável e de toda a experiência que essa pessoa pode passar para a criança.

“A presença da avó é importante em todos os momentos da vida da criança”, diz a psicóloga.

Mais em: http://www.alobebe.com.br/site/revista/reportagem.asp?Texto=387

Inês Fernandes e Oriana Lopes, 10 A, nº 11 e 22

A União Faz a FORÇA!

A União Faz a FORÇA!

Escola de HOJE!?

"Só um currículo planeado em parte na escola pelo professor,

opcional, flexível e aberto e com objectivos em si mesmo, pode ser

adequado à variedade de alunos da escola unificada"


(Formosinho, 1987, in Alunos com NEE nas Classes Regulares)

Será? Que Meios? Ajudas?

Será?  Que Meios? Ajudas?